Posts Tagged ‘vídeo arte’

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Exposição Certezas Instáveis

março 20, 2018

Exposição Certezas Instáveis
O Sitio Arte e Educação
Florianópolis-SC-Brasil
Angella Conte
de 25/5 a 16/06/2017 — em O Sitio Arte Educação Coworking

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Certezas Instáveis O Sitio Florianópolis SC

junho 8, 2017

Montagem da exposição Certezas Instáveis de Angella Conte

em O Sitio Arte e Educação-Florianópolis SC

O Sitio Arte e Educação-Florianópolis

                                                        montagem da instalação Tarjas



 

Exposição Certezas Instáveis

Angella Conte

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Abertura da Exposição Certezas Instáveis

Angella Conte

 

 

 

Palestra com a Artista

 

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entrevista de Leticia Kapper-O Sitio

maio 25, 2017

http://ositio.com.br/artes-visuais/certezas-instaveis-de-angella-conte/

Por Letícia Kapper

A artista contemporânea Angella Conte, paulista radicada na Capital, está com exposição “Certezas Instáveis” no Sítio Local Digital.  A mostra conta com 7 obras, algumas inéditas, como a “Limiar”, obra audiovisual que mostra de perto a queda d’água Garganta do Diabo (Cataratas do Iguaçu).  A exposição fica aberta até 14/6 e pode ser vista das 16h às 21h, de segunda a sexta.

Ela também está com sua obra em destaque no Espaço Cultural Oswald de Andrade, em São Paulo, com a exposição Terra Nua, que fica até 29/7 no local.

As duas exposições giram em torno da relação do homem com o meio em que vive.

A Angella Conte tem para si que o artista e a obra são um só. A trajetória dela demonstra que sim. Confira a entrevista.

 

Quando e como começou sua trajetória na arte?

Desde que eu me conheço por gente eu faço alguma coisa em relação a arte. A minha mãe era professora de desenho e pintura, ministrava aula em casa. Então, a minha vida toda eu transitei entre livros, pincéis, telas. Na adolescência, eu tinha mania de desenhar a minha própria roupa. Naquela época, não tinha muito aquela coisa de comprar a roupa pronta, se mandava fazer na costureira. Eu sempre tive muita habilidade manual: passei pelo bordado, cerâmica, vidro, pintura, desenho, depois os desenho acadêmico e o arquitetônico. Até que eu descobri a escultura e me apaixonei. Esculpi durante 10 anos. Eu trabalhava o mármore. Em 2004, é que houve uma transição e eu passei a tentar novos materiais.

Você usa vários suportes para se expressar. Nos fale um sobre esses caminhos que percorre em seu processo criativo.

Geralmente pego algum assunto que me atrai ou que me incomoda e parto para materializar esse projeto, independente do suporte. Estou mais interessada em como aquela minha ideia vai chegar no fruidor, se eu vou passar a mensagem que eu quero passar ou não. Daí eu escolho a melhor forma. Pode ser fotografia, pode ser vídeo, objeto. Não importa o suporte, o que importa é a ideia.

Na sua obra é muito forte a temática relação do homem e natureza. Isso te inquieta ou atrai?

O trabalho e o artista é uma coisa só. E eu sempre tive uma preocupação muito grande como o meio ambiente. Eu tenho 5 filhos e desde que eram pequenos eu tinha uma preocupação muito grande. Antigamente, ninguém falava de separação de lixo, por exemplo, e eu já separava o meu e levava todo o fim de semana na cidade Universitária de São Paulo, que era o único lugar que tinha a separação de lixo. Falo em 1977, por aí. Hoje meus filhos são todos adultos e eles lembram disso, que eu ficava guardando aquele monte de lixo reciclável porque eu não colocava no lixo comum.

Quando eu passei a trabalhar o mármore eu nunca cheguei numa canteira e escolhi o bloco. Sempre trabalhei com a sobra da indústria. Depois quando eu mudei, a partir da pesquisa de novos materiais, comecei a fazer novos objetos com objetos que as pessoas, de alguma maneira, deixavam de usar. Não era o reciclável, mas sim uma cadeira que eu encontrava na caçamba, um material que, por algum motivo, a pessoa não usava mais e daí passei a fazer com essas sobras novos objetos. Sempre foi uma coisa de reutilizar. E agora, nos vídeos, faço a relação do homem com o meio ambiente. Não de uma forma ativista, mas comportamental.  A forma como ele lida com o meio ambiente, com a cidade, com seus entulhos, as marcas que deixa na cidade. É um recado meio sútil. Não tenho a intenção de mudar nada, nem sou ninguém para fazer isso, mas é a forma que eu tenho de mostrar como eu penso.

Pode falar um pouco sobre o vídeo do projeto Reocupação…

A pesquisa foi a seguinte: o homem destrói, constrói, abandona e a natureza silenciosamente reocupa o lugar que sempre foi seu. Em vários lugares que eu fui, que eu vou, onde tem essa interferência da arquitetura, da vegetação, da natureza tentando reocupar – como nessas casas abandonadas onde você vê a vegetação tomando conta das ruínas -, eu registrei e ainda registro. O vídeo, com a performance, foi numa praça em São Paulo e chama-se Sou tudo que vive além de mim. Nele, coloco tarjas de luto nas árvores como se a natureza guardasse o seu próprio luto em relação ao homem. Os objetos de feltro, que também estão nesta exposição no Sítio -Certezas Instáveis – são as tarjas que eu usei para a performance, que viraram pequenos objetos.

Você se coloca na sua arte, falo de sua imagem mais precisamente. O que te motiva?

A pessoa mais indicada para mostrar o que eu quero transmitir sou eu. É por isso que eu faço as performances. E também é a forma que eu tenho de naquele momento eu ser o outro. Ao final do vídeo Sou tudo que vive além de mim, no qual eu faço a performance, o ser humano que está ali (que sou eu – a artista) veda os olhos e amarra as mãos. É assim que eu vejo o posicionamento do homem. Vivemos num mundo capitalista, tudo é progresso, e eu acho que algumas coisas ficam para trás. E quem vai colher somos nós. Colhemos tudo o que plantamos.

Por que Certezas Instáveis?

Em 2009, eu fiz um trabalho, em São Paulo, no Museu Octávio Vecchi, no Dia Mundial da Água. Fiz vídeo, vídeo instalação, fotografia, vários trabalhos, todos com tema água. Uma instalação dentro do museu era com a imagem do rio de Piracicaba, muito famoso pelo grande volume de água. Nela, havia o vídeo com o volume imenso de água correndo e, saindo dessa projeção, havia círculos de espelho no chão que refletiam a água do vídeo, mas numa representação de um rio seco. Em 2009, o volume do rio era enorme, maravilhoso, mas aquele era um questionamento sobre como ele seria no futuro. Coincidentemente, ou não, em 2014, na grande crise hídrica, esse rio de Piracicaba secou. Morreram milhares de peixes.

E essa cachoeira linda maravilhosa que está aqui, na obra Limiar, até quando estará lá? Até quando será uma certeza? Por isso Certezas Instáveis. Cabe a nós, que somos habitantes do Planeta Terra decidir isso. Como vamos cuidar disso.. é sempre um pergunta. Tento sempre levantar essa reflexão.

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Duchamp no Aquário

março 24, 2017

Evento que acontece em Coimbra-Portugal dia 25 de março de 2017

Participo com o trabalho
“Aquário”
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Performance: Benvinda Araújo, Carmo Almeida, Filomena Praça, Maria Clara Maia
Dança / dance: Maria do Mar
Video: Angella Conte, Marzio Mirabelle, Barbara Fougère-Danezan, Collete Copeland
Produção / prodution: José Vieira e Sérgio Gomes
Apoio / support: Casa da Esquina, Câmara Municipal Coimbra
Organização / organization: Projecto Viedeolab

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Vídeos-Experimentos 3 – Havana-Cuba

março 14, 2017

Começando o calendário de exposições de 2017.
Convido a todos que estiverem por perto a visitarem a exposição em Havana, Cuba que abrirá dia 04 de abril.
Todos convidados!

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FILE Festival 2016 São Paulo

julho 12, 2016

Abertura da exposição Galeria Sesi, av Paulista São Paulo

Sentido Único

video instalação

Angella Conte

2’02”

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Projeção Led Show

fachada do edifício av Paulista, 1313 São Paulo

Sentido Único

Angella Conte

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FILE 2016-Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

julho 6, 2016

FILE 2016-Festival Internacional de Linguagem Eletrônica

Montagem da exposição

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Montagem da Video instalação “Sentido Único”

angella conte

execução técnica Edu Zal

Abertura dia 11/07/2016 as 19h00

Galeria de Arte Digital SESI São Paulo

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Vídeo Guerrilha Mega Intervenção Urbana

novembro 24, 2015

Dias 30/nov, 01 e 02 /dezembro/2015

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Em sua 6ª edição, a mega intervenção urbana acontecerá pela primeira vez em Campinas, na histórica praça Largo do Rosário, no centro, nos dias 30 de Novembro e 1 e 2 de Dezembro, sempre das 20h às 24h.
Nossas intenções continuam as mesmas: estimular o diálogo entre arte, arquitetura e urbanismo, projetando em grandes formatos, obras de diferentes linguagens e autores.
Venha participar com a gente dessa galeria de arte a céu aberto!

Participo com o vídeo “Nem mesmo escuto a minha alma”

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Mirante Imersivo alt[AV] na OCA

novembro 13, 2015

ALT[AV]

De 13 a 15 de novembro na OCA – São Paulo

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Artistas iluminam com imagens um horizonte de 120º no interior da Oca. A projeção, que ocupa aprox. 280m2, promove a sensação do Mirante Imersivo e tem co-patrocínio da Spcine e da Secretaria Municipal de Cultura de SP.

/// Programação VJ PERFORMANCE no Happy Hour:
_ Descritivo: Artistas audiovisuais criam narrativas imersivas ao vivo com projeções de grandes proporções. Happy Hour com VJ e som.
_ Horários:
14/11 – 19h às 22h : : Eduzal & Operário Ribeiro, Laborg e VJ Micra
15/11 – 17h às 20h : : Roger, Elka e Embolex

/// Programação CANAL
_ Descrição: Videos para o público conhecer a diversidade da produção do adiovisual expandido; novas linguagens e formatos, mapping, intervenções, live cinema e trabalhos em Arte&Tecnologia realizados por integantes da rede ALTav
_ Horários:
13/11 – 14h00 às 22h00
14/11 – 10h00 às 19h00 (e durante intervalos das performances)
15/11 – 10h00 às 17h00 (e durante intervalos das performances)

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Um mergulho em novas possibilidades do audiovisual expandido. É esta a sensação que os visitantes do Mirante Imersivo – atividade proposta por integrantes da rede ALT[av] – para ser vista dos terceiro e quarto andares da Oca, no Ibirapuera. A ação de grandes proporções, ocorre de 13 a 15 de novembro e é parte da programação do 2º Festival Internacional de Televisão em São Paulo. As apresentações são feitas por artistas brasileiros reconhecidos e com passagem por festivais nacionais e internacionais.

Utilizando-se de uma estrutura tecnológica de softwares, computadores e projetores de alta resolução e potência, performers audiovisuais misturam música e imagens criando narrativas imersivas ao vivo, as projeções em larga escala cobrem uma área de 250m2. “A proposta é construir um diálogo com o interior de uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer onde paredes e teto são uma coisa só, uma forma única e sintética que traz a sensação de fundo infinito para qualquer lado que se olhe”, observa um dos organizadores do projeto, Eduardo Fernandes.

“A rede ALTav é formada por artistas que trabalham com inovação em diversas áreas do audiovisual que vão muito além das telas. Durante todo o dia e na pausa entre as performances, o público pode assistir à programação do CANAL com videos que apresentam a diversidade da produção da rede como novas linguagens, intervenções, formatos e registro de trabalhos em Arte&Tecnologia” aponta um dos articuladores do ALTav, Demétrio Portugal.

O 2º Festival Internacional de Televisão em São Paulo ocorre entre os dias 9 e 15 de novembro em diferentes espaços da cidade. Além da Oca, ocorrem exibições na Faap, no MIS, Unibes Cultural e MAM.
PUBLICAÇÕES

 

As 3hs de Programação do CANAL é formada por 66 vídeos enviados por 38 artistas e coletivos integrantes do ALTav.

A programação expontânea, constituída em uma semana em resposta a uma chamada de vídeos na rede, constitui uma coleção de Video-Arte e Registros de Projetos de Cinema Expandido que exploram os mais diversos formatos e linguagens.
A projeção gigante no prédio da Oca trouxe uma dimensão especial aos trabalhos, principalmente porque – mesmo com tanta diversidade – é possível perceber o potencial do circuito que a rede ALTav se propõe a desenvolver, e sim, faz jus ao apelido MIRANTE IMERSIVO dado ao espaço ocupado pela rede dentro na programação do Telas.

Em exibição na Oca durante os seguintes horários:
13/11 – 14h00 às 22h00
14/11 – 10h00 às 19h00
15/11 – 10h00 às 17h00

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Lançamento do catálogo “A viagem exterior, o caminho interior ou vice-versa”

julho 25, 2015

 

 

convite catálogo

 

Lançamento do catálogo da exposição individual de Angella Conte no CCSP

A viagem exterior, o caminho interior ou vice-versa

curadoria Bruno Mendonça

Centro Cultural São Paulo

Rua Vergueiro, 1000

Agradecimentos aos apoiadores

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