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Os números de 2011

janeiro 2, 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

Um bonde de São Francisco leva 60 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 1.800 vezes em 2011. Se fosse um bonde, eram precisas 30 viagens para as transportar.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Feliz Ano Novo! Feliz Ano Todo! Happy Whole Year!

dezembro 29, 2011

 

 

 

 

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“Sábado”ações artísticas,Casa Contemporânea

novembro 7, 2011

 

SÁBADO é um evento de ações artísticas

Participo com o vídeo

Que o tempo passe vendo-me ficar

e a vídeo-instalação

Entre Líquidos

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Tetra Bric’s: Muestra del Festival Internacional de Videoarte de Camagüey en Factoría Habana

outubro 28, 2011

De 20 de Outubro a 31 de Janeiro,2012

Tetra Bric’s: Muestra del Festival Internacional de Videoarte de Camagüey en Factoría Habana.

 La muestra se inscribe dentro de la celebración por el Día de la Cultura Cubana.

La propuesta del Festival Internacional de Videoarte de Camagüey coordinador de toda la exhibición, agrupa nueve obras procedentes de Brasil, Rusia, India, China y Sudáfrica, y juega con llevar al arte la hipótesis de que esos cinco países pudieran devenir potencias en el mercado internacional.

Las muestras permanecerán abiertas al público hasta el 31 de enero del 2012 y se valen del videoarte, la instalación multimedia o la robótica, con guiños, incluso a una modalidad llamada arte transgénico.

Lic. Alfredo Fuentes Fernández  (Curador/Crítico)

 

Factoría Habana

O’Reilly 308 e/ Habana y Aguiar,

La Habana Vieja. Cuba

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8º Prêmio Amadeo de Souza-Cardoso, Amarante-Portugal

outubro 28, 2011

Participo com o vídeo ESSÊNCIA

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Festival Internacional VideoArte – Camaguey – Cuba

setembro 14, 2011

 

 

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IV Bienal do Porto Santo – Ilha da Madeira – Portugal

julho 27, 2011
VIRTUAL HUMANITIES

Porto Santo’s Biennial

1 – 30 August, 2011

Madeira – Portugal
Curadoria Manuel Pessôa-Lopes
Participo com o vídeo “OutroTempoMesmoTempo”

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16ª Bienal de Cerveira, Portugal

julho 23, 2011

Participo com os vídeos: “Que o tempo passe vendo-me ficar” e “Essência”

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Holmfirth Arts Festival 2011

junho 11, 2011

I show the video BetweenFluids

Th’Owd Towser Show

11th – 26th June 2011

Daisy Lane, Holmfirth

This group exhibition brings a selection of contemporary artists to the Grade 1 listed heritage site, once used as the village church lock up, mortuary, ambulance station and fire station. Perhaps the oldest building in Holmfirth dating from circa 1597, Th’Owd Towser (The House of Correction) houses some unexpected things reminiscent of the building’s former uses. Artists have been selected from an international open call to show new work in response to this unique building, with the lower floor showing an artists’ film programme throughout the festival.

Kristin Anderson, Lorna Barrowclough, Paul Clark & Richard Light, Alastair Cook, Angella Conte, Amelia Crouch, Chris Czainski, Michael Day, Paul Edmondson, Christopher Garcia, Maggie Hall, Christine Hurford, Ilené Jacobs, Lefty, Marius Leneweit & Rocío Rodríguez,  Lin Li, Amanda Loomes, Bob Lorrimer, Fin McMorran, Charlotte Morgan, Rachael Parsons, Ellie Rees, Tim Shore, Dan Wagstaff, Simon Warner, Donna Wood, Tobias Zehntner.

Curated by Alice Bradshaw and Vanessa Haley.

Open: Saturday 11th/18th/25th June & Sunday 12th/18th June 2011, 12-5pm, free.

Artists’ Talks: Saturday 18th & 25thJune, 4-6pm, Back Lane Art Space, free.

http://www.holmfirthartsfestival.co.uk  |  info@holmfirthartsfestival.co.uk

Alice Bradshaw & Vanessa Haley avavprojects@yahoo.co.uk

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Artista premiada no 62º Salão de Abril Fortaleza Ceará

maio 11, 2011

RESULTADO DA SELEÇÃO DOS PREMIADOS A BOLSA DE   RESIDÊNCIA DO  

SALÃO DE ABRIL 2011

“Toda escolha envolve renúncia. Essa afirmação possui um eco maior na atual edição do Salão de Abril, pois a pesquisa teórica, a qualidade técnica e a ousadia no fazer são dados em comum que entrelaçam todos os trabalhos. Sabemos que o território da arte não é uma zona de conforto, está mais para busca do que para encontro, exige do caminhante uma jornada de herói pela procura dos lugares de abandono do sentido e de reconstrução da subjetividade.

O tema do Salão, “subjetividade das formas do eu”, lançou uma provocação e algumas perguntas. Em tempos batizados como pós-modernos, no emaranhado da teia de percepções de mundo pré- fabricadas, estereotipadas, qual o efetivo espaço do desejo, da liberdade, da autonomia? Na força opressora do poder simbólico, que consegue anuência ao seu ordenamento fútil e egóico sem aparente dispêndio de energia, qual o posição dos artistas diante do que prende, sufoca, mutila? Diante do que constrói grades e cercas na vontade de viver, de criar, de amar e de inventar algo realmente novo, uma outra forma de viver além desta que nos impõem?

A escolha, portanto, foi tarefa árdua. Entre tantas produções primorosas, duas conseguiram um encaixe maior no espaço aberto por nossas expectativas. A primeira, penetrou no âmago de uma camada complexa e profunda. Um sentido humano que nos habita mas que ainda não foi pronunciado nem definido, e que, por isso mesmo, arrebata. Arte, portanto. O trabalho desenvolvido por Angella Conte possui essa força de entreabrir uma janela, uma passagem para o indizível, o inacessível, o vedado. Prisioneiros que anseiam escapulir no mais profundo de nós, no território do inconsciente humano.

Das grades simbólicas para os prisioneiros das grades de ferro e seus familiares, o pictórico de Clarissa Campello revela sentidos menosprezados em uma sociedade que utiliza o cárcere como recurso de controle de classe social. Todos sabem, a maioria finge não saber e o barco segue seu rumo.

Um rumo com incerteza de porvir. Para quem conseguir abrir o cadeado e caminhar com o mínimo de autonomia viver é destino incerto, correnteza violenta, travessia ousada. Eis a escolha: livre ou encarcerado viver? A bolsa residência, com o propósito de aprofundamento de pesquisa, é destinada para as duas artistas citadas acima, com o destaque para o mérito de todos os trabalhos que compõem o Salão.”

Comissão Curatorial

Agnaldo Farias, Andrés Hernandez e Ana Valeska Maia.

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